REENCONTRAR O CAMINHO
Palavra do presidente
30 AGO 2019
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Pobres, remediados, classe média alta ou a chamada elite, enfrentam desde algum tempo muitas dificuldades de adaptação a um novo estilo de vida. São mudanças conjunturais rapidíssimas; forte evolução tecnológica; mercado aberto, permitindo a rápida introdução de concorrentes e/ou produtos jamais esperados; guerra de preços e vantagens; alterações de hábitos e tendências, enfim, os mais variados conflitos.         

Tempos atrás, ou melhor, há  dois ou três anos, dialogamos sobre isso com empresários amigos, porque àquela altura já observávamos problemas dessa ordem. E não era questão de "descobrir a pólvora". Já havia a certificação de que o Brasil crescia menos do que poderia e influenciava negativamente a maioria esmagadora dos seus municípios.

O mais interessante  é que, com a eventual manutenção desse estado de coisas, dificilmente poderá haver transformações no desempenho macroeconômico do país.Ter um PIB negativo  não corresponde ao projeto de ninguém, ainda que possa predominar uma certa sensação de conforto proporcionada pela manutenção de uma parcela do emprego e da renda, o que só costuma acontecer com taxas de crescimento mais elevadas. 

É uma situação que causa enorme mal estar. Em síntese, o que estamos tentando expor é um "flashback" completo que explique os motivos da estagnação da economia que abalou o país nos últimos anos, tendo principalmente como exemplo o baixo avanço da produtividade e a falta de reformas básicas, coisas que estão nos condenando a uma fase de mediocridade, em que pese os esforços do atual Governo.As permanentes manifestações proporcionadas pelo povo contra a corrupção e a falta de entendimento na esfera política expressam uma extrema preocupação em exterminar barreiras.A verdade é que precisamos urgentemente  reencontrar o caminho do progresso e do desenvolvimento.

OMAR CASTRO
Presidente