Palavra do presidente: Mudança de atitude mais que necessária
07 MAI 2020
Por Arceno Athas
00:00

Presidente da ACIFAS - Omar Castro
Já disse em nosso último pronunciamento sobre a pandemia - Primeiro de maio sem festa - "que jamais passei por momentos tão angustiantes como este, causado pelo  mal aventurado Coronavírus, mundo inteiro embarcado nele e sofrendo tanto ou mais do que nós, brasileiros". Não é preciso ir muito longe para verificar "in loco" toda a verdade que esta frase encerra, nascida infelizmente pelo desequilíbrio geral causado pelo mal.

O interessante é que a nossa sociedade parece ausente de tudo o que está acontecendo, interpretando este momento grave como se fosse absolutamente normal encarar mortes e mortes de tanta gente no país, a grande maioria levada embora pela praga que nos trouxeram ou mandaram de fora. Quando se deveria reagir contra um grupo expressivo de rebeldes, que fazem festas e reuniões sem qualquer cuidado, e nos lugares públicos não usam a proteção que evita contágios e preserva a vida, verifica-se uma aceitação pacífica, como se somente uma parte da população tivesse obrigação de seguir determinações mais que oportunas adotadas pelas autoridades competentes.

Muito em função disso, crítica que vale também para um grupo restrito de companheiros, medidas drásticas virão para obrigar todos e cada um a obedecer as regras. Uma delas é o uso de máscaras, obrigatório a partir da véspera do Dia das Mães; outra é o distanciamento das pessoas onde existem filas;ampliação dos cuidados nos grupos de risco; além da higienização com álcool, gel de preferência, ou 70 na ausência do primeiro. E vai sobrar fiscalização, punindo de alguma forma os que não aceitam as imposições do momento.

Esse tormento não é eterno. Vai acabar logo, Deus queira.Está na hora de nos conscientizarmos de que não devemos aceitar passivamente  atitudes nada recomendáveis. Não custa nos submetermos a regras cujo objetivo é o de salvar vidas e deixarmos de fazer exatamente o contrário, ajudando o vírus a ceifar vidas. Além de contribuirmos na fiscalização dos "rebeldes", indicando a eles a necessidade premente de uma mudança de comportamento. Para o bem de todos.

OMAR CASTRO
Presidente