PALAVRA DO PRESIDENTE
Mãos à Obra

O que vai escrito aqui é o que muita gente pensa, com certeza. E para explicitar com clareza tudo o que me passa pela cabeça, apelei para a colaboração do jornalista e publicitário Hiram Medeiros de Hollanda Jr., mais paranaense do que carioca e dono de redação irretocável. Idéias e textos se casaram e ficou fácil expor o óbvio.
Jair Bolsonaro é o novo presidente do Brasil. Diga-se, a bem da verdade, que depois de começar uma campanha propondo toda a cantilena comunista de séculos, o PT rendeu-se à necessidade de mudar o discurso. Chegou a ajoelhar e rezar em busca do voto. "Se não for do jeito que a gente quer, vai de outro jeito". Isso fica claro no livrinho de Trotski - A nossa moral e a deles. A moral revolucionária - segundo o mesmo livrinho - não tem nenhum ponto de convergência com a "moral burguesa", aquela da ampla maioria das pessoas. O poder total é o objetivo final. "Que se danem os detalhes e as incoerências. O fim justifica os meios". O que se lembra é que Trotski, comunista de primeira hora da revolução bolchevique e criador do Exercito Vermelho, foi assassinado no México, a mando de outro comunista pior, Joseph Stalin.
O PT sempre foi melhor na oposição do que no Governo. E é com esse tipo de gente que Bolsonaro vai governar. O que o PT queria e "guerreou" para acontecer, aconteceu. Perdeu de pouco, se deve se considerar que mais de 10 milhões de votos significa isso. Perder por muitos votos esvazia o discurso. Vão dizer daqui há pouco também que a eleição de Bolsonaro foi "golpe". Porque "ele" não participou da eleição. Esquecem que Lula está preso. Segundo minha cabeça, não vai demorar para PT, PSOL, MST, PCDdoB e mais alguns começarem a ensaiar atos de rebeldia. Só pra dar trabalho pra Polícia. A Justiça vai instar políticos a se explicarem, mas dificilmente vai passar disso. Pelo menos a curto prazo.
Na verdade, desmontar 30 anos de marxismo cultural implantado no Brasil é mais difícil e penoso que eliminar minas terrestres espalhadas ao longo do tempo. O que não pode ser esquecido é que temos um Brasil para construir ...e tem coisa que não acaba. Mãos à obra. Deixemos de lado posicionamentos de esquerda e direita nesta hora tão importante e necessitada de definições e, com toda sinceridade e fé implantadas na alma, peçamos a Deus que seja mais uma vez nosso parceiro e ilumine o caminho dos novos responsáveis pelos destinos do país e da Nação.
Tomidy Yano
Presidente da ACIFAS